CRI e CRA – Entenda como lucrar com os Certificados de Recebíveis

Já faz algum tempo que os chamados certificados de recebíveis vêm recebendo a atenção dos investidores, especialmente pessoas físicas.  Nesse post, vamos esclarecer o que são o CRI e o CRA,  e tirar algumas dúvidas sobre o investimento nesses títulos.

O que são os CRIs e CRAs?

Os CRIs Certificados de Recebíveis Imobiliários – e os CRAs Certificados de Recebíveis Agrícolas – são uma espécie de título de renda fixa lastreados em créditos imobiliários ou em créditos agrícolas, e emitidos pelas companhias securitizadoras. Essas companhias, por sua vez, transformam ativos não líquidos em títulos mobiliários líquidos, transferindo os riscos associados a eles para os investidores que os adquirem. Os títulos de securitização são caracterizados, portanto, por um compromisso de pagamento futuro.

Ou seja, como em qualquer título de Renda Fixa, o investidor empresta seu dinheiro para alguém, ganhando uma remuneração após certo período. No caso dos CRIs e CRAs, esse dinheiro será usado para estimular o mercado imobiliário e do agronegócio, respectivamente.

Como investir em CRIs e CRAs?

Para investir nos títulos de recebíveis, é preciso abrir uma conta numa corretora, seja diretamente ou por meio de um banco.

Quais são os riscos de se investir em Certificados de Recebíveis?

Para elucidar os riscos, vamos imaginar a seguinte situação: Uma determinada construtora  lança um prédio de salas comerciais, no modelo de recebimento para os próximos cinco anos. Ela negocia esses recebíveis com uma companhia securitizadora que emite os CRIs relativos àquele empreendimento. O risco para quem compra esses CRIs é o de os compradores das salas comerciais não pagarem essa dívida. Por isso, a garantia desses investimentos são os próprios imóveis envolvidos. No caso dos CRAs, analogamente, a garantia é o produto produzido pela fazenda ou empresa do setor agrícola.

Mas e a vantagem?

O maior atrativo desses títulos é que eles são isentos de Imposto de Renda.

Como é feito o cálculo do Rendimento dos CRIs e CRAs?

Esses títulos podem pagar juros semestrais, com amortizações periódicas, podem ser pré-fixados, pós-fixados, ou ainda mistos, quando o rendimento é composto por uma parte pré-fixada e outra pós-fixada. A diferença entre os dois modelos é que no pré-fixado é possível calcular o rendimento no momento da aplicação, diferentemente do pós-fixado, onde não é possível calcular o retorno. O mais comum é que eles estejam condicionados ao IPCA.  Como se vê, não há um modelo único para o cálculo de rendimentos dos certificados de recebíveis.

De qualquer forma, a melhor maneira de garantir que seus investimentos darão retornos positivos é controlar de perto sua performance. Para isso, existem softwares no mercado capazes de auxiliar os investidores. Um ótimo exemplo é o LiveCapital, a única plataforma para gestão consolidada de investimentos que permite controlar seus lucros com total mobilidade. Quer experimentar o LiveCapital? Faça um trial gratuito!

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